Esse governo
moribundo, natimorto, ilegítimo e sem qualquer credibilidade, agoniza
melancolicamente dia após dia. O ápice se estabelece com uma crise anunciada.
Desta nascem outras demandas. A roda gira como maior velocidade e não haverá
surpresa se uma queda acontecer a qualquer tempo.
O mandatário não
possui a mínima condição de manter-se no cargo. Seus asseclas idem.
Absolutamente nenhum transmite ao povo a confiança necessária para que a crise
seja enfrentada da maneira que a situação reclama.
Amigos, queridos
leitores e leitoras, retorno à origem: o rompimento institucional ocorrido em
nossa “democracia consolidada” determinou tudo isso. Foi com o pato, a panela e
a política derrotada trazida como solução.
A queda imediata do
Presidente é um horizonte que se desenha com clareza.
CAMINHÕES
Achei plausível,
apropriada e necessária a movimentação originada pelos caminhoneiros. Trouxe à
mesa questões que até então passavam “em branco”, com o governo fazendo o que
queria, todo dia, a partir de uma política chamada “de mercado”. Aumentar
combustível diariamente nem assustava mais. Aí apareceu um freio que não havia.
E foram sim os motoristas da estrada que protagonizaram isso.
Entretanto, entendo
necessária algumas ponderações. A primeira delas que o país não pode ficar de
joelhos a uma categoria, apesar, como disse, a causa ser justa. O fato é que as
consequências da dependência da malha rodoviária chegaram a um patamar muito
perigoso.
Precisamos encontrar
um meio ou ponto de equilíbrio entre as demandas e o hiato ou tempo de
maturação entre as negociações. Não pode tudo ficar ao critério de uma parte em
detrimento de todas as outras, que gradativamente experimentam prejuízos que se
acumulam e sendo tudo alimentado pela inoperância governamental e a utilização
desta, sobretudo, como bandeira.
Vejam que tudo isso
indica o retorno ao início: não há legitimidade; não há comando; não há
respeito.
NO FIM
Obviamente o
movimento não é mais só dos caminhoneiros.
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