Foi realmente
interessante, importante e emblemática as manifestações e a mobilização
ocorrida no último dia 15 de março. Inegavelmente estamos numa democracia e isso
é o que ao final importa.
Mas, indago: qual a
consequência e o resultado de tudo isso? Certo, o povo está “saindo da toca”,
mostrando mobilização e respeito à sua dignidade. Bom, ótimo, e o que mais? O
povo quer mudanças, descolando-se, ou tentando, dos partidos políticos
(praticamente todos enrolados), querendo definitivamente que o normal, ou que
deveria ser normal, ou a honestidade e a garantia desta prepondere.
Igualmente
corretíssimo! Porém, considerando as movimentações do ano passado, o que
efetivamente mudou, a partir e por consequência dessas? Alguém consegue
responder claramente?
Se você é como eu,
que não reuniu neurônios suficientes para definir tal resposta, talvez
igualmente pense como eu em relação à efetividade de uma mudança. Quando digo “mudança”,
digo mudança!
Não há meus amigos e
minhas amigas outro carreiro senão às urnas. Nada terá eco mais reverberante
que estas; nada, absolutamente nada, terá uma resposta mais arrasadora, pois de
nada adianta o barulho se esta potência não for transformada em efetividade, ao
final na tão aguardada mudança.
Não adianta, em
época de eleições, comprar e vender votos, a partir de interesse neste ou
naquele sentido. Se continuar ou for assim, nada vai ser alterado, independente
dos gritos, do número de pessoas nas ruas e das brigas nas redes sociais.
Temos sim que
amadurecer eleitoralmente. Nunca regredir. Buscar um horizonte de forma
inteligente, não permanecer com atitudes que não passam de conversa de bar.
NO
FIM
Viva a democracia!
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